sábado, 20 de fevereiro de 2016

Do que se morre.

Do que se morre: em agosto de 1998, publiquei em meu jornal (Jornal de Saúde Natural)

Do que se morre: em agosto de 1998, publiquei em meu jornal (Jornal de Saúde  Natural) um resumo dos problemas que mais causavam mortes no mundo. Entre os  "campeões", com 19%, estavam DERRAMES, DOENÇAS DO CORAÇÃO E CIRCULATÓRIAS,  com 9.676.000 (quase dez milhões). Em matéria do dia 24-09-06, o jornal ATARDE, de Salvador - Ba., publicou o seguinte (8 anos depois): "16,7 milhões de pessoas morrem anualmente em todo o mundo vítimas de por infartos ou  derrames. São mais de 7 milhões de mortes a mais em apenas 8 anos. Entre as  causas citadas como fatores de risco, a obesidade, o sedentarismo, o tabaco, o estresse, a hipertensão, o diabetes e, no caso das mulheres, o  anticoncepcional. Diz ainda o jornal: o volume de mortes ocasionadas por  doenças cardíacas é quase oito vezes maior do que o correspondente ao câncer  de mama...uma mulher morre a cada minuto em decorrência dessas doenças... o  homem geralmente, sofre de infarto mais jovem do que as mulheres, que contam com a proteção natural dos HORMÔNIOS", matéria de Cláudio Bandeira, Guia do > coração saudável. Ora, se as mulheres contam com a proteção natural dos  hormônios, e os homens, não? Normalmente, homens e mulheres, para serem  saudáveis, produziriam 13 tipos de hormônios por dia, todos os dias de  nossas (suas) vidas. Hormônio: Do grego Hórmon = excitar, ativar a ação de – estimular. Além de algumas plantas – catuaba – marapuama - losna – pau-ferro – pau de resposta – quebra-facão – etc., a matéria-prima para que o organismo fabrique os hormônios necessários e imprescindíveis à vida. Por exemplo: O estado de ânimo das pessoas, no caso da depressão, alegria, menopausa, vida sexual, controle do sono (dormir, acordar), tireóide, supra-renal, insulina e outros, são produzidos por todos nós, a partir do que comemos. Uma boa digestão é um dos meios mais importantes para que isso aconteça. Você só precisa comer amendoim, gergelim, castanhas, farinha vitalizante, linhaça, coco maduro, ouricuri, etc. Atenção: Evite misturar esses alimentos. Peça informações ao terapeuta. A maior parte dos nossos males acontece por não ingerirmos alguns tipos de substâncias e em outros casos pelo excesso de substâncias nocivas. Estas coisas provocam desequilíbrios nas funções orgânicas, resultando no que conhecemos por doenças. Portanto, seja mais natural. Alimentação industrializada é sinônimo de muito sofrimento, gastos desnecessários, velhice precoce e morte prematura. Faça a sua escolha. Há três anos chegou ao Brasil uma alternativa para os tratamentos de reposição hormonal sintética. É a reposição hormonal natural à base de plantas, que traz como vantagens a possibilidade de uma ação mais prolongada e o fim dos efeitos colaterais. Ao todo, são 500 tipos de plantas com ação similar à dos hormônios sexuais femininos. Os benefícios são tantos que em países da Europa, como a Alemanha, a reposição fitohormonal está incluída nos atendimentos realizados pela saúde pública. A diversidade de plantas foi identificada, em 1975, na Alemanha, país que liderou os estudos sobre os fitohormônios, sendo seguido pelo EUA e França. Hoje se sabe que as plantas conseguem evoluir quadros diversos de deficiência hormonal, com aplicação tanto em diagnósticos de infertilidade e tensão pré-menstrual – devido a irregularidades hormonais –, quanto de menopausa, combatendo sintomas como ondas de calor, lubrificação vaginal insuficiente, perda da libido e de massa óssea. A ação dos fitohormônios não é imediata, necessitando de um período de quatro a seis semanas de uso para alcançar resultados plenos. Isso acontece porque seu efeito é de 100 a 400 vezes menor do que o dos hormônios sintéticos. O segredo está na combinação entre as plantas que, quando associadas corretamente, potencializam-se. A finalidade não é a de substituir o tratamento convencional, informa a ginecologia e obstetra da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Célia Regina Silva, uma das pioneiras na adoção do tratamento fitohormonal no Brasil, “mas a de aumentar o leque de opções frente a uma paciente com distúrbios hormonais”, diz ela. Segundo a médica, as mulheres chegam a ficar 25 anos no período do climatério, enquanto a reposição hormonal sintética tem duração de, no máximo, cinco anos, devido aos efeitos colaterais que causa. “Já o tratamento natural, por enquanto a reposição hormonal sintética tem duração de, no máximo, cinco > anos, devido aos efeitos Apesar de Segundo a médica, as mulheres chegam a ficar 25 anos no período do climatério, colaterais que causa. “Já o tratamento natural, por não apresentar esses efeitos, pode ser manipulado por tempo indeterminado”, afirma. Isoflavona de Soja, Sementes de Linhaça, Cimicífuga Racemosa, Yam Mexicana e  Tríbulos Terrestres são algumas ter aplicação recente no Brasil, a reposição  hormonal natural está conquistando muitos adeptos. Em Salvador, os médicos  interessados poderão instruir-se sobre o tratamento no próximo dia 6 de  outubro, quando a ginecologista carioca Célia Regina Silva estará na cidade, ministrando o workshop “A ação dos fitohormônios e como utilizá-los”, na  Associação Bahiana de Medicina (ABM). A iniciativa é da Farmácia Flora, onde  estão sendo realizadas as inscrições. Glândula Hormônio Funções do Hormônio Hipotálamo Hormônios indutores ou inibidores (o principal é o CRH) Controla a produção de hormônios da hipófise Pineal Melatonina Controle do sono Hipófise Hormônio do crescimento (GH) Estimula o crescimento de ossos e > músculos e promove síntese de proteína Prolactina Promove produção de leite materno Hormônio folículo-estimulante (FSH) Na mulher, estimula o crescimento do folículo ovariano e a ovulação. No homem, estimula a produção de esperma. Tireóide Tiroxina (T4) Triiodotironina (T3) Estimula a atividade metabólica  (queima de gorduras, produção de energia etc.) Paratireóide Hormônio da paratireóide (PTH) Aumenta a concentração de cálcio no sangue e diminui os níveis de fosfato Timo Vários hormônios: timosina B1 a B5, THF, FTS etc. Ajuda a desenvolver  as células T (células de defesa) no timo Supra-renais Epinefrina (adrenalina) Aumenta a atividade cardíaca, pressão  sangüínea e os níveis de glicose no sangue. Glicocorticóides (principalmente cortisol) Afetam o metabolismo de todos os  nutrientes, regula a concentração de glicose no sangue, afeta o crescimento, diminui os efeitos do stress. Pâncreas, Insulina. Diminui a concentração de glicose no sangue. Glucágon. Aumenta a concentração de glicose no sangue. Ovários Estrogênios. Afeta o desenvolvimento dos órgãos sexuais e das  características femininas Progesterona Influencia o ciclo menstrual, prepara o útero para a gestação,  mantém a gravidez. Placenta Estrogênios, progesterona, gonadotrofinas Mantém a gravidez Testículos Androgênios (principalmente testosterona) Afeta o desenvolvimento dos órgãos sexuais,  características masculinas. Muito além dos hormônios das plantas, estão outros tipos de hormônios, os  que "vivem" em nossa alimentação diária. Quando você ingere (come)  alimentos, na composição alimentar do dia a dia, jamais deveria faltar a  gordura vegetal. É dela que nutrimos as glândulas hormonais com matéria prima para a produção dos hormônios, tão necessários à vida, ao bem estar, à  longevidade, à felicidade. Onde estão eles? No amendoim, gergelim, linhaça,  azeitona, abacate, caroço de favela, extrato de soja, feijão soja, farinha  de soja, girassol, óleo de oliva, coco maduro, muricí...eles devem estar  sempre presentes na mesa. É só aprender como usá-los. De preferência, eles  não devem ser ingeridos misturados uns com os outros. O assunto é vasto. Se  vocês quiserem nos voltaremos ao assunto. Lembre-se: enquanto a população  que vive as margens do mar mediterrâneo consome mais de 15 litros de óleo de oliva por ano, nós, consumimos cerca de 150 gramas no mesmo período. Quem  não consome gordura vegetal passa pela vida "vivendo" aquém, muito aquém... (Teodomiro Marinho) tmarinhosaude@hotmail.com, terapeuta naturista iridólogo, crth 0019

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